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Review Amazfit Stratos

Tenho visto várias pessoas a pedir informações sobre o relógio Huami Amazfit Stratos ou simplemente Amazfit Stratos e como tenho um à mais de um ano resolvi ajudar fazendo um “review” ao Amazfit Stratos.


Na altura em que o comprei vi vários modelos, uns de marcas mais conhecidas outros de menos, no entanto, também para valores bem diferentes.

Quando analisei o que efectivamente precisava fiquei-me mais ou menos por: 

  • Função GPS
  • Tracking do caminho percorrido
  • Medidor de Pulsações
  • Diferentes desportos: Corrida, Trail,  BTT e Natação
  • Possibilidade de Upload do registo para plataforma Strava

Portanto, depois de analisar preços, design e ler alguma literatura, encomendei!

Não, não vou fazer unboxing do Amazfit Stratos porque já tem um ano de uso… Se bem que ainda tenho a caixa de origem, mas não vale a pena…

Referir apenas que a caixa traz o manual, o relógio e o cabo carregador específico.

Na altura, e do que me recordo 😉 a  adaptação ao Amazfit Stratos foi simples, a interface era intuitiva (já sofreu várias actualizações e continua a ser intuitiva) e apenas passando o dedo para a direita ou para a esquerda facilmente chegávamos/chegamos aos menus que queremos e logo de seguida à função pretendida.

Um balanço rápido para vos dar a opinião final sobre o Amazfit Stratos. Neste momento o Amazfit Stratos tem cerca de 1000km registados, tem alguns pequenos riscos de alguma queda… ou de ir contra alguma parede (sim também o uso no dia a dia)… mas nada de especial dado o uso e os trilhos onde por vezes me meto…

Em termos de actualização de software, uma das preocupações iniciais, estava com medo que o relógio Stratos parasse no tempo ;)! Mas efectivamente foi uma bela surpresa dado que ao longo deste ano o firmware foi actualizado umas 4 ou 5 vezes sendo que na última reformularam totalmente a interface da APP.

Sim tem uma APP para acompanhar todos os teus registos e para configurares o Stratos. Por exemplo, podes escolher qual a “Watchface”  que mais gostares podendo mesmo fazer upload de uma foto ou de um tema que encontres na net. A APP do Stratos também permite definir o número de passos diários que queres alcançar, fazer a integração com Strava (só permite com Strava…) e mais um par de coisas que não uso.

Por outro lado, a APP do Amazfit Stratos permite visualizar os acumulados de registos dos diferentes desportos, trail e corrida no meu caso, que foste registando e verificar em modo gráfico como têm sido os teus treinos. Um elemento importante é um elemento gráfico que te indica a carga de treino que estás a aplicar a ti mesmo, neste momento a minha diz baixa…

Sinceramente gostava mais da APP antes de ser actualizada à cerca de um mês, já conhecia os cantos à casa e sabia onde estavam as informações mais pertinentes para mim, nesta ainda me perco um pouco mas é por falta de hábito…

Vamos ao relógio Stratos que o texto já vai longo.

Quanto a mim, o ecrã tem uma boa dimensão para o dia a dia e também para o treino. No entanto, no treino a interface pode ser adaptada por ti, por acaso nunca o fiz. Os valores mais importantes do treino são facilmente visualizados como a quilometragem e o tempo de duração bem como a “velocidade” a que vais. Se precisares de ver as horas é que tens de parar de tremer o braço porque está em letra mais pequena… Mas podes sempre adaptar a interface ao teu gosto…

Apesar de algumas vezes ter de “clicar” mais do que uma vez para iniciar o registo o acesso à funcionalidade de registo de actividade é simples e eficiente. Captar o GPS é tanto mais rápido quanto mais estivermos em campo aberto. No entanto, em cidade não me deixa ficar mal.

Algo muito importante é o controlo da pulsação em corrida, o Stratos apresenta a pulsação actual no momento da corrida e tem um alarme vibratório quando ultrapassas o teu limite. Esta funcionalidade é muito importante porque algumas vezes já  vamos fora do limite mas “nem nos apercebemos”…

No geral posso dizer que estou muito satisfeito com o relógio Amazfit Stratos, quer com as funcionalidades quer com a robustez e claro com a bateria que normalmente dura até 4 dias. Obviamente o tempo da bateria está relacionado com o número e duração dos treinos/provas que fizeres. Em repouso dura-me cerca de 5 dias e com um a dois treinos por semana dura os 3 a 4 dias.

Para além das funcionalidades referidas o Amazfit Stratos tens outras que não uso muito mas que estão lá:

  • Ouvir música – permite armazenar 2G de música para ouvires por Bluetooth
  • Ver o tempo
  • Contabilização dos passos percorridos
  • Medição de Pulsação em repouso ou em contínuo
  • Medição/análise do teu tempo de sono
  • Alarme
  • Bússola
  • Centro de treinos – podes seguir os treinos para correr 5km, 10km ou até a maratona
  • Cronómetro

Não esquecer que é um smartwatch e como tal pode estar ligado ao teu telemóvel, assim podes receber notificações das aplicações que autorizares, por exemplo podes ver SMS’s ou Whatsapp’s, silenciar ou desligar uma chamada.

Para qualquer dúvida tens o site da Amazfit que em tempos (quando comprei o Stratos) não era tão “bonito” mas hoje é um bom site de apoio.

Qualquer dúvida que tenhas não hesites em deixar o teu comentário abaixo ou envia-nos um email.

Autor: Pó e Lama

Monte acima monte abaixo!

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Inov-8 Park Claw 275

Gostas de Trail mas também fazes uma perninha no alcatrão? Ou é mais fácil treinar no alcatrão à Semana? Também podes gostar de terra, estrada e monte!

A Inov-8 ParkClaw 275 responde a todas estas opções!

Tendo em conta a opinião da Runnersworld a ParkClaw 275 é um canivete suíço. Dada a sua versatilidade permite-nos ter umas sapatilhas que se adaptam a diferentes tipos de terreno e sempre com um rendimento muito acima da média. É a solução perfeita para quem gosta/faz distintos tipos de terrenos e não pretende ter uma sapatilha para cada tipo de terreno.

A ParkClaw 275 tem uma entresola firme e os talos relativamente curtos (4mm) para que não sejam bloqueantes ou muito aderentes no asfalto. A Inov 8 desenhou esta sapatilha para ser usada entre a estrada e a terra batida, sendo ideal para todos os curiosos, que agora chegam ao trail, ou vice versa, e para todos aqueles que gostam mais dos grandes estradões do que propriamente abrir trilhos!

A Parkclaw é excelente para todos nós que saimos de casa e corremos, pela estrada, até ao parque ou estradão mais próximo.

A Inov 8 classifica a sola como “agressiva”, ainda que pareça excessivo, se tivermos em consideração que ParkClaw 275 foi desenhada para estrada e estradão então temos uma sola, composta por Tri-C Compoud, com três camadas de borracha que nos garantem protecção e aderência.

Na minha opinião…

Neste momento são as sapatilhas que mais uso. Facilmente se adaptam aos diferentes tipos de terreno onde tenho corrido. Durante a semana faço alguma estrada com estradão pelo meio. As corridas têm entre 4km e 10km e as Inov 8 Parkclaw 275 respondem sempre com um conforto e aderência muito interessante para os 4mm de talo que têm. 
Neste período de férias em que acabo por correr em zonas que não conheço as Parkclaw 275 são a sapatilha ideal para poder explorar novos caminhos em qualquer lugar.
Nas saídas acima dos 10km as sapatilhas continuam a ter um comportamento muito confortável, muito importante nestes dias (nalguns deles…;)) de calor é a forma como a parte superior da sapatilha permite a entrada de ar e assim manter os pés fresquinhos!

Boas Corridas!

Tens alguma questão? Deixa abaixo ou envia para poelama@poelama.pt

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Ducati MIG-RR

A nova Ducati MIG-RR é uma e-bike que foi apresentada no passado dia 4 de Novembro no Ducati World Première .  A MIG-RR é uma Enduro pronta a satisfazer os desportistas mais exigentes.

 

 

É o resultado de uma parceria com a Thok E-bikes, uma empresa Italiana especializada em e-bikes. A bicicleta é baseada na série MIG, sendo equipada com quadro em alumínio com uma nova geometria, 170mm à frente e 160mm a trás. O desenho resulta do trabalho de Aldo Drudi em colaboração com o Ducati Design Center.

 

 

Em termos de equipamento a MIG-RR vem equipada com suspensões FOX Factory Kashima, guiador Renthal em fibra de carbono, jantes Mavic, travões Shimano Saint com pinças de 4 pistões e transmissão Shimano XT de 11 velocidades. O motor é o Shimano Steps E8000 – que debita 250 Watts com binário de 70N e uma bateria de 504Wh.

A MIG-RR será apresentada ao público em geral amanhã (dia 8 de Novembro) na EICMA 2018 (Fiera Milano Rho, 8-11 Novembro).

Para quem estiver interessado na sua aquisição pode fazê-lo a partir de Janeiro no site da Ducati!

 

 

Fonte: Ducati MIG-RR

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Afinal quantos Somos?

Já lá vai mais de um mês, foi a 26 de Janeiro, que foi lançada a Petição “Pelo Direito a Pedalar em Segurança” e afinal só somos 7818???

Não é esta a modalidade que gera milhões para o País e tem centenas de milhares de praticantes?

Onde estão?

A nossa segurança não tem importância?

Pelo Direito a Pedalar em Segurança

Partilhem e assinem a Petição, se não fizermos o nosso trabalho ninguém o fará por nós!

 

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Xerpa Kit XP1 XP2

Xerpa é uma marca Italiana que se dedica exclusivamente ao desenvolvimento de soluções inovadoras para disponibilizar a tradicional câmara de substituição e ferramentas acessórias em bicicletas de estrada.

A gama de produtos da Xerpa é constituída por quatro produtos:

  • XP1 – Bolsa rígida de selim com adaptador e bomba CO2
  • XP2 – Bidon e porta bidon com câmara de ar suplente
  • XP3 – Bidon e porta bidon
  • XP Tri – Porta bidon para Triatletas com as ferramentas necessárias para um furo

A amostra que nos chegou é o combinado XP1 + XP2.

O XP1, a bolsa rígida, é colocado por baixo do selim com um parafuso e fica ajustado de forma aerodinâmica. O XP1 tem um adaptador e uma bomba de CO2. É preciso verificar a compatibilidade com o selim, no entanto, o XP1 é compatível com um elevado número de selins.

O material rígido do XP1 é Termoplástico, no total tem um peso de 59g incluíndo 41g da bomba de CO2 de 12g e 21g do adaptador.

O uso do XP1 é simples já que depois de instalado na bicicleta funciona com um sitema de gaveta, em que pressionando um pequeno botão ficamos com a “gaveta” na mão e com o adatptador e bomba. A bomba tem uma rosca para o encaixe perfeito com o adaptador.

O XP2 é constituído por um porta bidon que tem na parte inferior um compartimento para o transporte de uma câmara de ar suplente e desmonta. O bidon de 550ml tem um bucal maior que o normal mas de uso fácil. Com alguma prática é possível ter um maior ou menor fluxo no bucal puxando apenas parte do bucal. Os desmonta são pequenos mas suficientes para o trabalho.

O XP2 tem um peso total de 81g, com o bidon vazio… A montagem do porta bidon é simples e o acesso ao bidon é fácil.

Para se chegar à câmara é apenas necessário desapertar um parafuso que segura o porta câmara ao porta bidon e ficamos com a câmara na mão, depois podemos enrolar a câmara com furo e com algum geito colocamos a câmara furada no compartimento.

Em termos genéricos o equipamento apresenta um elevado grau de qualidade dos plásticos e bons acabamentos, sendo um conjunto que fica bem na bicicleta.

O Kit é um conjunto muito bem conseguido que nos evita as tradicionais bolsas de selim e permite levar tudo o que é necessário para o caso do azarado furo.

 

Neste momento os Xerpa XP1 e XP2 estão apenas disponíveis para bicicletas de estrada mas a marca assegurou-nos que estão a trabalhar para brevemente disponibilizarem o kit para BTT.

Fonte: http://www.xerpa.it/

Bons Montes ou neste caso Boas Estradas!

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Petição “Pelo Direito a Pedalar em Segurança”

Tendo como primeiro subscritor o betetista Olímpico David Rosa, foi hoje lançada a petição “Pelo Direito a Pedalar em Segurança” , uma iniciativa da Estrada Viva, com o apoio da Federação Portuguesa de Ciclismo e da MUBi – Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta.

O documento, que poderá ser subscrito em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT79814, será enviado ao Governo, ao Instituto de Mobilidade e dos Transportes e à Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.

O texto de apresentação no Facebook da Federação Portuguesa de Ciclismo define desta forma a petição:

“Os signatários instam o Governo e demais entidades competentes “a fiscalizar com mais intensidade o cumprimento da lei, de forma diligente, regular e consistente, principalmente comportamentos perigosos em relação aos utilizadores vulneráveis: excessos de velocidade, incumprimento de regras de ultrapassagem (abrandamento da velocidade, ocupação da via adjacentes, no caso da ultrapassagem de ciclistas, e a distância mínima de 1,5 metros), o estacionamento ilegal sobre ciclovias e passeios”.

A petição defende a revisão do Regulamento de Sinalização de Trânsito, “de forma a incluir sinalética específica para proteger peões e condutores de bicicleta e alertar para a necessidade de comportamentos mais responsáveis por parte de condutores de automóvel”. Um exemplo seria a colocação de sinais de informação de presença de ciclistas, complementados com afixação de sinalética sobre a distância mínima de um metro e meio na ultrapassagem.

A iniciativa surge porque, “Portugal continua a apresentar estatísticas vergonhosas no que respeita ao número de vítimas mortais e feridos graves”, apesar das melhorias significativas na protecção aos utilizadores vulneráveis, conseguidas com a revisão do Código da Estrada, em 2014.

A Estrada Viva e as organizações que apoiam a petição – Federação Portuguesa de Ciclismo e MUBi – vão requerer uma audiência com o ministro da Administração Interna para propor a criação de um grupo de trabalho interministerial para lançar e coordenar as medidas urgentes propostas pelos peticionários.

A Federação Portuguesa de Ciclismo convida todos os cidadãos a associarem-se a este movimento, assinando a petição.”

O Blog Pó e Lama associa-se a esta iniciativa e convida todos os seus leitores a associarem-se a este movimento assinando a petição.
Assinar a Petição: Clique Aqui