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Treino Certo!

Se queres saber o treino certo para ti estás no post certo!

A problemática do treino certo para cada corredor faz correr 😉  muita tinta ou muitas letras. O número de horas, as séries, os intervalos, o treino no ginásio enfim um sem número de elementos que são necessários ter em conta e que levam muitos a desistir da corrida. 

Sim, o melhor plano de treino não vale de nada se não se tiver Persistência e Espírito de Sacrifício e muito Rigor. Isto é o que todos os dias ou pelo menos ao fim de semana se vê em quase todos os posts de Facebook ou Instagram. Todas as pessoas, pelo menos os posts que vou lendo, não referem que têm o melhor plano de treino de corrida ou o melhor plano de treino de Trail, mas referem que o resultado alcançado é o fruto de muito trabalho, Sacrifício e Rigor.

A pergunta que faço sempre é: O que é ter Persistência, Espírito de Sacrifício e Rigor num plano de Treino de Corrida ou de Trail?

Quando vejo um Hélio Fumo, Tiago Ferreira (BTT, sim também gosto…), François D’hanae, Carlos Sá, Ester Alves, entre muitos outros,  a obterem os resultados que têm e falarem dos processos para chegarem a esses resultados percebo o significado da Persistência, Espírito de Sacrifício e Rigor. Todos eles referem que quando falha um destes elementos o seu plano de treino vai por água abaixo.

Claro que a este nível estes três pilares têm um significado muito forte e implicam muitas horas de treino. Para estes atletas estamos a falar do melhor plano de treino possível, desenhado ao pormenor e à sua imagem e semelhança. Todo o plano de treino é pensado para explorar e por “cá para fora” o melhor do atleta, para que no dia da prova o corpo e mente (talvez até mais a mente) esteja preparada para a prova que tem pela frente. Digo talvez a mente porque não é raro o comentário “hoje a cabeça não estava na prova, o chip não estava ligado e tive de desistir”. Muitas vezes no dia da prova o corpo está preparado mas a cabeça simplesmente não está lá.

Portanto, a Persistência, o Espírito de Sacrifício e o Rigor são postos à prova no dia da prova ;), durante a prova é preciso persistência para continuar mesmo quando está frio, ou calor ou o terreno não é favorável, da mesma forma que temos de ter espírito de sacrifício para aguentar as baixas temperaturas, a fome, a subida interminável, a dor muscular e o Rigor para completar a prova com que nos comprometemos.

E eu e tu onde é que ficamos nisto?

Se olharmos às provas um pouco por todo o lado, sejam de corrida ou de trail, temos sempre várias centenas de corredores e mesmo alguns milhares em muitas delas. Será que todos seguem estes três pilares de treino?

Diria que apenas 10 a 20% dos corredores dessas provas estará a um nível equiparado a profissional, sendo que em provas de maior renome este valor é muito mais elevado. Ou seja, quanto maior a dureza da prova mais este valor aumenta sendo em algumas na ordem dos 100% tal é a “dureza” da prova.

Mas então o que é o Plano de treino ideal e onde ficam os pilares do treino para nós que estamos nos outros 90%?

Claro que podemos dizer que estes 90% não seguem os três pilares pois a persistência, espírito de sacrifício e rigor parece muito baixo quando comparado com os “profissionais”. 

Estes corredores, nos quais me incluo, têm planos de treino desenhados por um amigo, tirados da net, desenhados por eles próprios ou mesmo sem plano de treino ou mesmo desenhados com muito rigor mas que nem sempre é possível de seguir à risca…

Mas afinal o problema é do plano de treino ou dos três pilares?

Acompanho muitos grupos de Atletismo, Trail e OCR e todos falam directa ou indirectamente destes pilares.

Portanto, os três pilares parece que estão no seu modo de vida.

Mas como? Dadas as nossas vidas profissionais (sim temos de trabalhar…) o tempo de que dispomos para o treino é muito pouco, quando comparado com os referidos profissionais. Atrevo-me a dizer que muitas vezes simplesmente achamos que não temos tempo suficiente para um plano de treino mínimo que seja.

No entanto, se olharmos a questão de outra perspectiva verificamos que apesar de não conseguirmos muitas vezes treinar todos os dias temos o nosso treino definido como uma, duas vezes por semana e/ou eventualmente uma saída sempre ao fim de semana e conseguimos contra tudo e contra todos ou pelo menos fazendo muito esforço garantir que com muito rigor, persistência e paciência temos um mínimo de treino que nos dá a FELICIDADE de podermos correr ao fim de semana numa qualquer Prova e sentirmo-nos PREENCHIDOS quando cruzamos da meta. 

Claro que o tempo que fazemos não importa, acima de tudo ficamos preenchidos pelo facto de termos chegado ao fim, termos alcançado mais um objetivo no nosso plano de treinos, de termos garantido o objectivo com a persistência de treinar poucas vezes. Mas continuas a ter de garantir que uns dias meia-hora outros dias de uma hora ou um treino mais funcional nos dá a garantia de mais um dia de felicidade.

Portanto olhando isso como uma questão de escala também nós somos assentamos o nosso treino nos mesmos três pilares, temos que garantir algum rigor, persistência e paciência para que o plano resulte. No primeiro treino só consigo fazer 1 km depois 5 depois 10 e mais à frente já estamos preocupados em baixar dos 6 ou 7 minutos por quilómetro para os cinco e eventualmente que passe mais à frente para os quatro e quem sabe sair destes 90% e passar para o outro grupo dos 10 ou 20% pessoas que estão numa linha mais profissional.

O interessante destes três pilares é que apesar de não sermos profissionais, longe disso, todos nós os adaptamos à nossa disponibilidade e capacidade/desejo de comprometimento com a modalidade.

Todos nós temos de ter Rigor, Persistência e Paciência, sem isto, seja o objectivo apenas correr com os amigos ou atingir um resultado melhor nada iremos conseguir.

Portanto, afinal também nós treinamos com afinco sobre estes três pilares! Também nós temos o nosso Rigor, Persistência e Paciência como lema dos nossos treinos, apenas o fazemos na nossa conta e medida!

Bons treinos com mais ou menos afinco nos três pilares!

Não hesites em deixar o teu comentário abaixo ou envia-nos um email.

Autor: Pó e Lama

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Review Amazfit Stratos

Tenho visto várias pessoas a pedir informações sobre o relógio Huami Amazfit Stratos ou simplemente Amazfit Stratos e como tenho um à mais de um ano resolvi ajudar fazendo um “review” ao Amazfit Stratos.


Na altura em que o comprei vi vários modelos, uns de marcas mais conhecidas outros de menos, no entanto, também para valores bem diferentes.

Quando analisei o que efectivamente precisava fiquei-me mais ou menos por: 

  • Função GPS
  • Tracking do caminho percorrido
  • Medidor de Pulsações
  • Diferentes desportos: Corrida, Trail,  BTT e Natação
  • Possibilidade de Upload do registo para plataforma Strava

Portanto, depois de analisar preços, design e ler alguma literatura, encomendei!

Não, não vou fazer unboxing do Amazfit Stratos porque já tem um ano de uso… Se bem que ainda tenho a caixa de origem, mas não vale a pena…

Referir apenas que a caixa traz o manual, o relógio e o cabo carregador específico.

Na altura, e do que me recordo 😉 a  adaptação ao Amazfit Stratos foi simples, a interface era intuitiva (já sofreu várias actualizações e continua a ser intuitiva) e apenas passando o dedo para a direita ou para a esquerda facilmente chegávamos/chegamos aos menus que queremos e logo de seguida à função pretendida.

Um balanço rápido para vos dar a opinião final sobre o Amazfit Stratos. Neste momento o Amazfit Stratos tem cerca de 1000km registados, tem alguns pequenos riscos de alguma queda… ou de ir contra alguma parede (sim também o uso no dia a dia)… mas nada de especial dado o uso e os trilhos onde por vezes me meto…

Em termos de actualização de software, uma das preocupações iniciais, estava com medo que o relógio Stratos parasse no tempo ;)! Mas efectivamente foi uma bela surpresa dado que ao longo deste ano o firmware foi actualizado umas 4 ou 5 vezes sendo que na última reformularam totalmente a interface da APP.

Sim tem uma APP para acompanhar todos os teus registos e para configurares o Stratos. Por exemplo, podes escolher qual a “Watchface”  que mais gostares podendo mesmo fazer upload de uma foto ou de um tema que encontres na net. A APP do Stratos também permite definir o número de passos diários que queres alcançar, fazer a integração com Strava (só permite com Strava…) e mais um par de coisas que não uso.

Por outro lado, a APP do Amazfit Stratos permite visualizar os acumulados de registos dos diferentes desportos, trail e corrida no meu caso, que foste registando e verificar em modo gráfico como têm sido os teus treinos. Um elemento importante é um elemento gráfico que te indica a carga de treino que estás a aplicar a ti mesmo, neste momento a minha diz baixa…

Sinceramente gostava mais da APP antes de ser actualizada à cerca de um mês, já conhecia os cantos à casa e sabia onde estavam as informações mais pertinentes para mim, nesta ainda me perco um pouco mas é por falta de hábito…

Vamos ao relógio Stratos que o texto já vai longo.

Quanto a mim, o ecrã tem uma boa dimensão para o dia a dia e também para o treino. No entanto, no treino a interface pode ser adaptada por ti, por acaso nunca o fiz. Os valores mais importantes do treino são facilmente visualizados como a quilometragem e o tempo de duração bem como a “velocidade” a que vais. Se precisares de ver as horas é que tens de parar de tremer o braço porque está em letra mais pequena… Mas podes sempre adaptar a interface ao teu gosto…

Apesar de algumas vezes ter de “clicar” mais do que uma vez para iniciar o registo o acesso à funcionalidade de registo de actividade é simples e eficiente. Captar o GPS é tanto mais rápido quanto mais estivermos em campo aberto. No entanto, em cidade não me deixa ficar mal.

Algo muito importante é o controlo da pulsação em corrida, o Stratos apresenta a pulsação actual no momento da corrida e tem um alarme vibratório quando ultrapassas o teu limite. Esta funcionalidade é muito importante porque algumas vezes já  vamos fora do limite mas “nem nos apercebemos”…

No geral posso dizer que estou muito satisfeito com o relógio Amazfit Stratos, quer com as funcionalidades quer com a robustez e claro com a bateria que normalmente dura até 4 dias. Obviamente o tempo da bateria está relacionado com o número e duração dos treinos/provas que fizeres. Em repouso dura-me cerca de 5 dias e com um a dois treinos por semana dura os 3 a 4 dias.

Para além das funcionalidades referidas o Amazfit Stratos tens outras que não uso muito mas que estão lá:

  • Ouvir música – permite armazenar 2G de música para ouvires por Bluetooth
  • Ver o tempo
  • Contabilização dos passos percorridos
  • Medição de Pulsação em repouso ou em contínuo
  • Medição/análise do teu tempo de sono
  • Alarme
  • Bússola
  • Centro de treinos – podes seguir os treinos para correr 5km, 10km ou até a maratona
  • Cronómetro

Não esquecer que é um smartwatch e como tal pode estar ligado ao teu telemóvel, assim podes receber notificações das aplicações que autorizares, por exemplo podes ver SMS’s ou Whatsapp’s, silenciar ou desligar uma chamada.

Para qualquer dúvida tens o site da Amazfit que em tempos (quando comprei o Stratos) não era tão “bonito” mas hoje é um bom site de apoio.

Qualquer dúvida que tenhas não hesites em deixar o teu comentário abaixo ou envia-nos um email.

Autor: Pó e Lama

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Inov-8 Park Claw 275

Gostas de Trail mas também fazes uma perninha no alcatrão? Ou é mais fácil treinar no alcatrão à Semana? Também podes gostar de terra, estrada e monte!

A Inov-8 ParkClaw 275 responde a todas estas opções!

Tendo em conta a opinião da Runnersworld a ParkClaw 275 é um canivete suíço. Dada a sua versatilidade permite-nos ter umas sapatilhas que se adaptam a diferentes tipos de terreno e sempre com um rendimento muito acima da média. É a solução perfeita para quem gosta/faz distintos tipos de terrenos e não pretende ter uma sapatilha para cada tipo de terreno.

A ParkClaw 275 tem uma entresola firme e os talos relativamente curtos (4mm) para que não sejam bloqueantes ou muito aderentes no asfalto. A Inov 8 desenhou esta sapatilha para ser usada entre a estrada e a terra batida, sendo ideal para todos os curiosos, que agora chegam ao trail, ou vice versa, e para todos aqueles que gostam mais dos grandes estradões do que propriamente abrir trilhos!

A Parkclaw é excelente para todos nós que saimos de casa e corremos, pela estrada, até ao parque ou estradão mais próximo.

A Inov 8 classifica a sola como “agressiva”, ainda que pareça excessivo, se tivermos em consideração que ParkClaw 275 foi desenhada para estrada e estradão então temos uma sola, composta por Tri-C Compoud, com três camadas de borracha que nos garantem protecção e aderência.

Na minha opinião…

Neste momento são as sapatilhas que mais uso. Facilmente se adaptam aos diferentes tipos de terreno onde tenho corrido. Durante a semana faço alguma estrada com estradão pelo meio. As corridas têm entre 4km e 10km e as Inov 8 Parkclaw 275 respondem sempre com um conforto e aderência muito interessante para os 4mm de talo que têm. 
Neste período de férias em que acabo por correr em zonas que não conheço as Parkclaw 275 são a sapatilha ideal para poder explorar novos caminhos em qualquer lugar.
Nas saídas acima dos 10km as sapatilhas continuam a ter um comportamento muito confortável, muito importante nestes dias (nalguns deles…;)) de calor é a forma como a parte superior da sapatilha permite a entrada de ar e assim manter os pés fresquinhos!

Boas Corridas!

Tens alguma questão? Deixa abaixo ou envia para poelama@poelama.pt

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UTM Ultra Trail Medieval 2019

O UTM Trail Medieval 2019 tem quatro percursos:

  • TRILHO DAS TORMENTAS 44Km

    • Quanto maiores as tormentas, no fim, maior será a glória dos vencedores! Estais à altura desta epopeia? Muitos tentaram e não conseguiram…
  • TRILHO DA CONQUISTA 29Km
    • Estais preparados (as) para a superação, para vos manterdes firmes, para competirdes contra vós próprios(as)? Então vinde!!!
  • TRILHO DO GUERREIRO 15Km
    • Para atravessardes estas terras, tendes de mostrar a vossa raça, a vossa coragem, tendes de ser verdadeiros guerreiros(as)!
  • TRILHO DOS CAMINHANTES 8Km
    • Desenganem-se aqueles(as) que pensam que vão passear no jardim real. Espera-vos uma aventura cheia  de surpresas!

As inscrições já estão abertas!

Mais informações: Calendário

Fonte: https://www.ultratrailmedieval-utm.com

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Guimarães recebe Campeonato Nacional XCO

Guimarães vai receber em 2019 o Campeonato Nacional de BTT Cross Country Olímpico.

A ACM (Associação de Ciclismo do Minho) formalizou uma candidatura, com o apoio da Câmara Municipal de Guimarães e da União das Freguesias de Souto Santa Maria, Souto São Salvador e Gondomar.

Na sequência desta candidatura a Federação Portuguesa de Ciclismo atribuiu à ACM a organização, em 2019, do campeonato Nacional de BTT XCO que se irá realizar no Centro de Ciclismo do Minho – Souto Santa Maria (Guimarães).

O Campeonato Nacional de BTT XCO é das provas mais importantes da época desportiva e destina-se a todos os escalões etários competitivos, estando agendado para os dias 20 e 21 de julho de 2019.

Relembramos que o Centro de Ciclismo do Minho – Souto Santa Maria (Guimarães) acolheu recentemente e com assinalável sucesso o Campeonato do Mundo Universitário de BTT XCO. Apesar de existirem outras candidaturas a ACM acreditava que a candidatura tinha nas valências e qualidade do Centro de Ciclismo do Minho um elemento diferenciador de entre as candidaturas.

Os dirigentes da ACM referem “Estamos muito satisfeitos e cientes das dificuldades e da responsabilidade” e recordam que “o Centro de Ciclismo do Minho proporciona boas condições para atividades de recreio, formação, treino e competição de ciclismo. Acreditamos que após a realização de um Campeonato Nacional de BTT Cross Country Olímpico, se poderá aspirar conseguir para o Centro de Ciclismo do Minho – Souto Santa Maria outras provas de dimensão que auxiliem a construção de uma nova centralidade, promovam Guimarães e a prática desportiva e contribuam também para o desenvolvimento da economia local”.

 

Fonte: CM Guimarães

 

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Queres uma e-bike?

O orçamento de Estado para 2019 deve trazer novidades relativamente à aquisição de bicicletas eléctricas. No entanto, falta saber ainda da sua aprovação e do seu real impacto.

 

O PAN (Partido Pessoas, Animais e Natureza) quer que os incentivos para compra de veículos de baixas emissões sejam extensíveis às bicicletas elétricas.

 

“A utilização da bicicleta como modo de deslocação, isoladamente ou em combinação com os transportes públicos, traz diversos e enormes benefícios ambientais, sociais, económicos e de saúde pública”, pode ser lido no texto da proposta.

 

A proposta é definida por um incentivo de 20% do valor da bicicleta até um valor máximo de 200 euros. A proposta, se for aceite, será inscrita no Orçamento de Estado de 2019.

 

Fonte: PAN E-Bike

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Ducati MIG-RR

A nova Ducati MIG-RR é uma e-bike que foi apresentada no passado dia 4 de Novembro no Ducati World Première .  A MIG-RR é uma Enduro pronta a satisfazer os desportistas mais exigentes.

 

 

É o resultado de uma parceria com a Thok E-bikes, uma empresa Italiana especializada em e-bikes. A bicicleta é baseada na série MIG, sendo equipada com quadro em alumínio com uma nova geometria, 170mm à frente e 160mm a trás. O desenho resulta do trabalho de Aldo Drudi em colaboração com o Ducati Design Center.

 

 

Em termos de equipamento a MIG-RR vem equipada com suspensões FOX Factory Kashima, guiador Renthal em fibra de carbono, jantes Mavic, travões Shimano Saint com pinças de 4 pistões e transmissão Shimano XT de 11 velocidades. O motor é o Shimano Steps E8000 – que debita 250 Watts com binário de 70N e uma bateria de 504Wh.

A MIG-RR será apresentada ao público em geral amanhã (dia 8 de Novembro) na EICMA 2018 (Fiera Milano Rho, 8-11 Novembro).

Para quem estiver interessado na sua aquisição pode fazê-lo a partir de Janeiro no site da Ducati!

 

 

Fonte: Ducati MIG-RR

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Mapa do Parque Nacional Peneda Gerês

A Adventure Maps disponibiliza um mapa do Parque Nacional Peneda Gerês legendado em 5 idiomas (PT, EN, ES, FR e DE).

O mapa inclui toda a rede de percursos pedestres do Parque Nacional bem como pontos turísticos de interesse como cascatas, parques de campismo, áreas de picnic, spots de escalada e canyonig, postos de turismo, entre outros.

O mapa inclui também as localidades de Arcos de Valdevez, Ponte da Barca e Terras de Bouro.

Em termos de materiais o mapa é impresso em película à prova de água e anti-rasgo, ideal para nos acompanhar numa saída.

Informação técnica do Mapa:

  • Escala: 1/50 000 (1 cm = 500 mts)
  • Legenda e Informações Adicionais em Português, Inglês, Espanhol, Francês e Alemão
  • Bússola magnética incorporada
  • Rede de percursos pedestres (inclui GR34)
  • Informação especifica das “Portas” como centros de informação e recepção do Parque Nacional
  • Pontos turísticos de interesse com simbologia tais como: Cascatas, Vistas Panorâmicas, Áreas de Picnic, Museus e Postos de Turismo, entre outros
  • Spots de Escalada e Canyonig
  • Equidistância das curvas de nivel: 20 m
  • Quadricula Gauss com divisões de 2 Km
  • Coordenadas WGS84 (compatível com GPS)
  • Representação da declinação magnética
  • Dimensão aberto: 96cm x 59cm
  • Dimensão dobrado: 15,5cm x 19,7cm
  • Impressão: frente e verso com area de sobreposição
  • Película à prova de água e anti-rasgo

Fonte: http://www.adventuremaps.pt

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She’s out there – Sierra Nevada

A Scott lançou à algum tempo uma iniciativa de marketing intitulada She’s Out There. A ideia é mostrar que as mulheres também praticam desporto e inspirar outras mulheres também a praticar.

O primeiro episódio desta série foi dedicada ao BTT.

O grupo de três mulheres foi até aos trilhos da Sierra Nevada em Espanha praticar o desporto que mais gostam.

Quem são?

“Karen vem da Alemanha, tem dois filhos e vive do BTT à quase 30 anos. Lorraine é uma antiga campeã Canadiana de DH. Ela adora explorar lugares remotos e fazer manobras em grandes saltos. Monet é a mais nova do grupo. Vive em Inglaterra e divide a sua vida entre andar de bicicleta e o seu trabalho freelance de Design Gráfica.

As três adoram BTT. Quando estão nas bicicletas, não importa de onde são ou qual é o seu passado na modalidade. A única coisa que importa é partilhar bons momentos no BTT, e criar memórias que duram uma vida.”

 

 

Fonte: Scott Sports